Nesses dias sombrios de inverno no hemisfério norte, após o Natal, e antes do Carnaval no Sul, queremos assimilar um pouco do entusiasmo da Madre Francisca em suas inspiradas declarações. Nós não sabemos exatamente onde ou quando ela disse estas palavras mas estas revelam uma descrição precisa do trabalho que ela sonhava ser realizado na sua Congregação: “Fazer o Bem, Alegrar, Tornar Feliz, Conduzir ao Céu”!
Ela não limitou a missão das Filhas do Amor Divino a um grupo social com a finalidade de aliviar seu sofrimento, suas necessidades. Sua visão de futuro, em relação à missão da Congregação, se adequava a todos os tempos, a todos os lugares, a todas as gentes, onde Deus e a Igreja solicitasse o trabalho das Irmãs e, por extensão, daqueles que se inspirassem em seu carisma e a elas estivessem associados.
Fazer o Bem é o primeiro passo do nosso ministério. Nós participamos da vida das pessoas fazendo o bem para e com elas. Pode ser um sorriso, uma palavra amiga, um pequeno presente, uma ajuda às suas necessidades. Isso gera solidariedade e confinça.
Alegrar é o segundo passo. A Alegria de pertencer e servir a Deus motiva cada Irmã no seu apostolado. Esta Alegria, fruto da união com Deus, deve ser nutrida na Oração e na Eucaristia. Assim poderemos conseguir que outras pessoas façam o mesmo, amando e servindo a Deus com entusiasmo e júbilo.
O terceiro passo do nosso apostolado: Fazer Feliz. A Filha do Amor Divino dever sentir-se livre e reconhecer nas menores e mais simples coisas, em cada situação comum da vida a oportunidade de promover a felicidade. Aquela felicidade que traduz a nossa gratidão a Deus por a Ele estarmos unidas.
Algumas das mais felizes pessoas no mundo são aqueles que vivem uma vida simples, em todas as circunstâncias. Um pequeno vilarejo sem eletricidade, pessoas podem melhor contemplar a beleza das estrelas. Em lugares onde as pessoas se alimentam dos frutos da terra, das coisas produzidas pela natureza, e podem experimentar com alegria o sabor e a textura de cada um dos alimentos.
As Filhas do Amor Divino devem vever uma vida simples e assim partilhar a verdadeira alegria com aqueles a quem estão a serviço.
Finalmente, todo nosso apostolado, todo nosso serviço deve ser destinado a cada Filho de Deus como objetivo de “Conduzi-lo ao Céu”.
Este é nosso objetivo. Este é o critério para toda a nossa vida e srviço.
sábado, 6 de junho de 2009
Jesus, nosso modelo e Mestre
Jesus, nosso modelo e Mestre, viveu um projeto alicerçado em dois pilares centrais:
A vontade do Pai, sempre, em qualquer momento ou circunstância;
A missão que o Pai lhe confiara, o Reino.
Sobre esses dois fundamentos sólidos, inabaláveis, Jesus construiu toda sua vida, o Evangelho, seu projeto.
Com essas duas certezas –chave norteando seus passos, o Mestre “passou pelo mundo fazendo o bem.” Sereno e forte, porque ancorado nos desígnios do Pai, porque totalmente absorvido pelas exigências do Reino, de sua missão.
Estamos chegando ao final do ano, que a Congregação toda comemora os 140 anos de sua fundação e as duas Províncias brasileiras celebram os 70 anos de ereção canônica.
Olhando os escritos de Madre Francisca Lechner, as biografias recentemente reeditadas, chegamos a perceber um desejo insaciável: “salvar almas” – pessoas, homens e mulheres reais, a quem o Senhor ama com um amor infinito e a quem Ele compra com sua própria vida.
Uma vez que a luz do carisma da Madre Francisca brilha em nosso próprio tempo, percebemos uma grande tarefa diante de nós. Como filhos e filhas do nosso tempo devemos ser servos e servas fiéis, sempre atentos e atentas aos desejos do Senhor.
Quando um grande ideal nos empolga e seduz, os horizontes se alargam, as perspectivas se aclaram e não perdemos tempo em coisas insignificantes, passageiras.
Missão assumida, serenidade interior conquistada.
Os empreendimentos duradouros sempre exigem um preço: esforço diário, vontade de acertar, organização, disciplina, objetivos definidos, fidelidade até o fim.
A verdadeira vocação é aquela a qual não se pode renunciar. O verdadeiro caminho é aquele que não podemos abandonar. E a sabedoria suprema é ser fiel a ambos: ao caminho e à vocação.
Mesmo que a jornada canse e as metas se distanciem, o simples fato de estar a caminho, empenhados na escalada, é graça, dom e privilágio.
A construção de um mundo melhor, mais justo e solidário, precisa de nossa colaboração. Pensemos nisso no limiar de 2009.
A vontade do Pai, sempre, em qualquer momento ou circunstância;
A missão que o Pai lhe confiara, o Reino.
Sobre esses dois fundamentos sólidos, inabaláveis, Jesus construiu toda sua vida, o Evangelho, seu projeto.
Com essas duas certezas –chave norteando seus passos, o Mestre “passou pelo mundo fazendo o bem.” Sereno e forte, porque ancorado nos desígnios do Pai, porque totalmente absorvido pelas exigências do Reino, de sua missão.
Estamos chegando ao final do ano, que a Congregação toda comemora os 140 anos de sua fundação e as duas Províncias brasileiras celebram os 70 anos de ereção canônica.
Olhando os escritos de Madre Francisca Lechner, as biografias recentemente reeditadas, chegamos a perceber um desejo insaciável: “salvar almas” – pessoas, homens e mulheres reais, a quem o Senhor ama com um amor infinito e a quem Ele compra com sua própria vida.
Uma vez que a luz do carisma da Madre Francisca brilha em nosso próprio tempo, percebemos uma grande tarefa diante de nós. Como filhos e filhas do nosso tempo devemos ser servos e servas fiéis, sempre atentos e atentas aos desejos do Senhor.
Quando um grande ideal nos empolga e seduz, os horizontes se alargam, as perspectivas se aclaram e não perdemos tempo em coisas insignificantes, passageiras.
Missão assumida, serenidade interior conquistada.
Os empreendimentos duradouros sempre exigem um preço: esforço diário, vontade de acertar, organização, disciplina, objetivos definidos, fidelidade até o fim.
A verdadeira vocação é aquela a qual não se pode renunciar. O verdadeiro caminho é aquele que não podemos abandonar. E a sabedoria suprema é ser fiel a ambos: ao caminho e à vocação.
Mesmo que a jornada canse e as metas se distanciem, o simples fato de estar a caminho, empenhados na escalada, é graça, dom e privilágio.
A construção de um mundo melhor, mais justo e solidário, precisa de nossa colaboração. Pensemos nisso no limiar de 2009.
DEUS, EU MESMA, E ORAÇÃO
Não parece óbvio que a “Oração de Petição” não é comum na vida da Madre Francisca? Isto é possível? Sim! egoísmo, petição, eram ignorados por ela. Raramente ela fazia este tipo de oração. Ela não exigia, ela agia. “Eu faço minha parte no trabalho, e Deus faz a dEle”
Por que pedir quando é tão claramente sabido que “O Deus todo poderoso sabe de todas as nossas necessidades” (Mt 6,32)?
Posteriormente, será interessante nos familiarizarmos com a essência de sua Oração, Meditação, Comtemplação silenciosa. Estas realçam a doçura, a iluminação e a agonia de sua devoção.
Nós entenderemos melhor a oração que ela mesma preparava e fazia com sua Irmãs, seus pobres, seus órfãos e anciãos. Junto com eles ela rezava e intercedia para que a urgência de suas súplicas pudessem ser mais de louvor e exaltação. Sua oração com eles era no sentido de educá-los, torná-los dignos e asim mais exultantes.
Sua oração pessoal, orações comunitárias, recitação privada do rosário, ou alguma outra forma de devoção, eram sempre feitas em profundo recolhimento exterior e interior – e isto era verdadeiramente exemplar.
Em uma ocasião ela estava caminhando, rezando tranquilamente no jardim juntamente com as jovens irmãs, quando um grande corvo pousou e começou a caminhar ao seu lado.
Isto foi um diversão para as Irmãs jovens, que não puderam conter a risada.
Como se não observasse nada, ela continuou calmamente, sem hesitação a sua oração.
Depois da oração, porém, ela falou com as irmãs: "Este corvo, minhas filhas, pode ter retratado bem o tentador. Ele se apresenta freqüentemente tentando distrair nossas orações e encher nossa mente de pensamentos mundanos.
Estejam alertas!
Se vocês ignorarem os esforços do tentador, ele partirá.
Se vocês tivessem imediatamente afugentado o corvo, não teriam sido tentadas a rir. Se nós resistimos à primeira aproximação do tentador, nós venceremos."
Para ela, meditação era um inspirador presente divino.
Este foi oseu suporte, a luz que lhe fez ver a clareza dos princípios mais básicos em sua vida de oração.
Nas suas longas e freqüentes viagens, DURANTE LONGAS HORAS DE SILÊNCIO PROFUNDO E SOLIDÃO DE ALMA, ELA ABSORVIA A DOÇURA DO SEU DEUS E SENHOR.
Repetidamente ela refletia no que deveria ser feito - planejando em detalhes tudo que teria que dizer.
Disto surgia sua segurança e a certeza de que até mesmo nos momentos mais cruciais, seu
semblante demonstraria alegria, luz e um sorriso sempre pronto.
Por que pedir quando é tão claramente sabido que “O Deus todo poderoso sabe de todas as nossas necessidades” (Mt 6,32)?
Posteriormente, será interessante nos familiarizarmos com a essência de sua Oração, Meditação, Comtemplação silenciosa. Estas realçam a doçura, a iluminação e a agonia de sua devoção.
Nós entenderemos melhor a oração que ela mesma preparava e fazia com sua Irmãs, seus pobres, seus órfãos e anciãos. Junto com eles ela rezava e intercedia para que a urgência de suas súplicas pudessem ser mais de louvor e exaltação. Sua oração com eles era no sentido de educá-los, torná-los dignos e asim mais exultantes.
Sua oração pessoal, orações comunitárias, recitação privada do rosário, ou alguma outra forma de devoção, eram sempre feitas em profundo recolhimento exterior e interior – e isto era verdadeiramente exemplar.
Em uma ocasião ela estava caminhando, rezando tranquilamente no jardim juntamente com as jovens irmãs, quando um grande corvo pousou e começou a caminhar ao seu lado.
Isto foi um diversão para as Irmãs jovens, que não puderam conter a risada.
Como se não observasse nada, ela continuou calmamente, sem hesitação a sua oração.
Depois da oração, porém, ela falou com as irmãs: "Este corvo, minhas filhas, pode ter retratado bem o tentador. Ele se apresenta freqüentemente tentando distrair nossas orações e encher nossa mente de pensamentos mundanos.
Estejam alertas!
Se vocês ignorarem os esforços do tentador, ele partirá.
Se vocês tivessem imediatamente afugentado o corvo, não teriam sido tentadas a rir. Se nós resistimos à primeira aproximação do tentador, nós venceremos."
Para ela, meditação era um inspirador presente divino.
Este foi oseu suporte, a luz que lhe fez ver a clareza dos princípios mais básicos em sua vida de oração.
Nas suas longas e freqüentes viagens, DURANTE LONGAS HORAS DE SILÊNCIO PROFUNDO E SOLIDÃO DE ALMA, ELA ABSORVIA A DOÇURA DO SEU DEUS E SENHOR.
Repetidamente ela refletia no que deveria ser feito - planejando em detalhes tudo que teria que dizer.
Disto surgia sua segurança e a certeza de que até mesmo nos momentos mais cruciais, seu
semblante demonstraria alegria, luz e um sorriso sempre pronto.
UM AMPLO MUNDO COLORIDO DE VIDA RELIGIOSA:AS FILHAS DO AMOR DIVINO

Entre San Diego, na Califórnia, bem no Ocidente, e Poltawa, na Ucrânia, bem no Oriente, entre Greifswald, em Mecklenbur-Pomerânia, bem no Norte e Porto Alegre, no Sul do Brasil, vivem, rezam e trabalham as Filhas do Amor Divino.
Todas juntas formam uma Congregação internacional. Houve um tempo no qual esta comunidade era constituída por mulher: Francisca Lechner(35), uma bem preparada professora de artes industriais com experiência em Serviço Social, educação e ensino.
Ela veio da Baviera par Viena e fundou aqui uma comunidade religiosa – a saber, a única Congregação feminina surgida em Viena no Século XIX – no dia 21 de novembro de 1968, portanto há 140 anos.
A Novel Congregação dedicou-se:
Às jovens, que naquele tempo vinham em massa para Viena para encontrar aqui trabalho e pão, oferecendo-lhe hospedagem, formação, educação e acompanhamento profissional.
Às crianças, principalmente as necessitadas, órfãs, marginalizadas e àquelas cujas mães eram empregadas; em seguida manteve escolas para crianças e jovens até à maturidade profissional, orfanatos internatos, creches.
A todos os poderes que não conseguiam ganhar seu sustento e passavam necessidade, de modo especial as empregadas domésticas que careciam de seguro e que tornaram incapazes para o trabalho.
Na primeira fase do seu desenvolvimento surgiram em rápida sucessão conventos em Troppau, Brünn, Budapest, Prag, Sarajewo, Krakau, Velke Levare, mas também em Breitenfurt, em St. Andrã na Caríntia, em Viena (na Lacknergasse e na Jacqquingasse) e em HochstraB perto de St. Pölten. Todas estas nações pertenciam naquele tempo à Monarquia.
Em 1913 as Irmãs arriscaram transpor o “grande mar” aportando nos Estados Unidos da América do Norte: dedicaram-se lá, de imediato, mas não exclusivamente, à educação dos filhos de imigrantes vindos da Hungria e da então Jugoslávia.
No ano seguinte surgiu a primeira pequena escola na diáspora, na Inglaterra. Em 1920 iniciou a grande aventura da missão no Brasil, o caminho ao Terceiro Mundo. Com o fim da Primeira Guerra Mundial a monarquia desintegrou-se em países, separando as Irmãs umas das outras por fronteiras políticas. A grande Congregação dividiu-se em Províncias, de acordo com as fronteiras lingüísticas e dos países. Apesar disso, dava-se prioridade ao comum, ao que une e não ao que separa. Desde então as línguas estrangeiras tornaram-se ainda mais importantes.
Depois veio a Segunda Guerra Mundial, um período difícil para todos. O processo de beatificação de cinco Irmãs, que na Bósnia tiveram de deixar a vida por causa de seus votos religiosos, está na sua fase conclusiva. Na Áustria nossa escolas foram fechadas. Em 1945, quando a situação na Europa livre melhorou, nos Estados do Bloco Oriental teve início um período de Perseguição política para as Irmãs e a “Cortina de Ferro” mantinha as Províncias, de deixar os conventos e abrigar-se em casas particulares ou viver em campos de concentração, sem poder trabalhar nas suas profissões. Aos poucos as fronteiras tornavam-se mas permeáveis até que, com a virgem, houve a queda da Cortina de Ferro, podendo as Irmãs voltar a viver em comunidades e retornar o seu trabalho. A partir de então muita coisa mudou naquelas Províncias.
Com o concílio sopravam ventos refrescantes. As técnicas facilitadas dos meios de comunicação e de transporte aproximaram mais as Irmãs umas das outras. Estudo de línguas e instalações de tradução simultânea vem por acréscimo. Além de entender-nos também podemos comunicar-nos bastante bem. Somos “global players” (atrizes mundiais). O Generalato está desde 1968 em Grottaferrata, perto de Roma.
Hoje as Irmãs trabalham em escolas, na educação e na formação feminina, em hospitais e ambulatórios, em instituições paroquiais e diocesanas, realizam serviço social entre os pobres. Ainda há muito que fazer.
Nos últimos anos intensificou-se a presença das Filhas HojejeHodo Amor Divino em focos de maior necessidade. A gente nos países ex-comunistas da Albânia, da Ucrânia precisam ajuda, a Província Polonesa erigiu três comunidades na Bolívia.
As Irmãs das Províncias Brasileiras trabalham em favelas das metrópoles, em regiões de miséria do Norte e em novos estabelecimentos no Equador.
Desde 1998 um grupo internacional de Irmãs em Rushooka, na Uganda e um segundo, faz um ano, junto a Mbarara: formação e educação de mulheres, cuidado de crianças, programas simples de autoajuda econômica, enfermagem. Ajudam bem no espírito da Fundadora. Três noviças de cor negra são as precursoras das Filhas do Amor Divino africanas.
De momento a Congregação conta 12 Províncias, assim situadas: na Áustria (e Alemanha), na República Tcheca, na Hungria, nos Estados da ex-Jugoslávia (Croácia, Bósnia, Kosovo, Albânia, Alemanha e Suíça), na Polônia (Itália, Bolívia e Ucrânia), na Eslováquia, na Inglaterra, três Províncias em USA e duas Províncias no Brasil (a do sul tem uma comunidade na Itália e duas no Equador). O Generalato encontra-se na Itália. Dele depende a missão da Uganda em 12 Províncias 1.228 Irmãs em 19 nações visível o Amor de Deus.
Viena, setembro de 2008.
Irmã M. Magna André, FDC
Província Austríaca da Congregação das Filhas do Amor Divino
Jacquingasse 12-14, 1030 Wien
http://www.lebenssinn.at/
______________
As inclusões entre parênteses são da tradutora: Irmã Maria Therezia Hetzel, FDC
Caminhando com MADRE FRANCISCA. Revista da Congregação FDC. Nº 87 – Outubro-novembro-dezembro-2008.
Todas juntas formam uma Congregação internacional. Houve um tempo no qual esta comunidade era constituída por mulher: Francisca Lechner(35), uma bem preparada professora de artes industriais com experiência em Serviço Social, educação e ensino.
Ela veio da Baviera par Viena e fundou aqui uma comunidade religiosa – a saber, a única Congregação feminina surgida em Viena no Século XIX – no dia 21 de novembro de 1968, portanto há 140 anos.
A Novel Congregação dedicou-se:
Às jovens, que naquele tempo vinham em massa para Viena para encontrar aqui trabalho e pão, oferecendo-lhe hospedagem, formação, educação e acompanhamento profissional.
Às crianças, principalmente as necessitadas, órfãs, marginalizadas e àquelas cujas mães eram empregadas; em seguida manteve escolas para crianças e jovens até à maturidade profissional, orfanatos internatos, creches.
A todos os poderes que não conseguiam ganhar seu sustento e passavam necessidade, de modo especial as empregadas domésticas que careciam de seguro e que tornaram incapazes para o trabalho.
Na primeira fase do seu desenvolvimento surgiram em rápida sucessão conventos em Troppau, Brünn, Budapest, Prag, Sarajewo, Krakau, Velke Levare, mas também em Breitenfurt, em St. Andrã na Caríntia, em Viena (na Lacknergasse e na Jacqquingasse) e em HochstraB perto de St. Pölten. Todas estas nações pertenciam naquele tempo à Monarquia.
Em 1913 as Irmãs arriscaram transpor o “grande mar” aportando nos Estados Unidos da América do Norte: dedicaram-se lá, de imediato, mas não exclusivamente, à educação dos filhos de imigrantes vindos da Hungria e da então Jugoslávia.
No ano seguinte surgiu a primeira pequena escola na diáspora, na Inglaterra. Em 1920 iniciou a grande aventura da missão no Brasil, o caminho ao Terceiro Mundo. Com o fim da Primeira Guerra Mundial a monarquia desintegrou-se em países, separando as Irmãs umas das outras por fronteiras políticas. A grande Congregação dividiu-se em Províncias, de acordo com as fronteiras lingüísticas e dos países. Apesar disso, dava-se prioridade ao comum, ao que une e não ao que separa. Desde então as línguas estrangeiras tornaram-se ainda mais importantes.
Depois veio a Segunda Guerra Mundial, um período difícil para todos. O processo de beatificação de cinco Irmãs, que na Bósnia tiveram de deixar a vida por causa de seus votos religiosos, está na sua fase conclusiva. Na Áustria nossa escolas foram fechadas. Em 1945, quando a situação na Europa livre melhorou, nos Estados do Bloco Oriental teve início um período de Perseguição política para as Irmãs e a “Cortina de Ferro” mantinha as Províncias, de deixar os conventos e abrigar-se em casas particulares ou viver em campos de concentração, sem poder trabalhar nas suas profissões. Aos poucos as fronteiras tornavam-se mas permeáveis até que, com a virgem, houve a queda da Cortina de Ferro, podendo as Irmãs voltar a viver em comunidades e retornar o seu trabalho. A partir de então muita coisa mudou naquelas Províncias.
Com o concílio sopravam ventos refrescantes. As técnicas facilitadas dos meios de comunicação e de transporte aproximaram mais as Irmãs umas das outras. Estudo de línguas e instalações de tradução simultânea vem por acréscimo. Além de entender-nos também podemos comunicar-nos bastante bem. Somos “global players” (atrizes mundiais). O Generalato está desde 1968 em Grottaferrata, perto de Roma.
Hoje as Irmãs trabalham em escolas, na educação e na formação feminina, em hospitais e ambulatórios, em instituições paroquiais e diocesanas, realizam serviço social entre os pobres. Ainda há muito que fazer.
Nos últimos anos intensificou-se a presença das Filhas HojejeHodo Amor Divino em focos de maior necessidade. A gente nos países ex-comunistas da Albânia, da Ucrânia precisam ajuda, a Província Polonesa erigiu três comunidades na Bolívia.
As Irmãs das Províncias Brasileiras trabalham em favelas das metrópoles, em regiões de miséria do Norte e em novos estabelecimentos no Equador.
Desde 1998 um grupo internacional de Irmãs em Rushooka, na Uganda e um segundo, faz um ano, junto a Mbarara: formação e educação de mulheres, cuidado de crianças, programas simples de autoajuda econômica, enfermagem. Ajudam bem no espírito da Fundadora. Três noviças de cor negra são as precursoras das Filhas do Amor Divino africanas.
De momento a Congregação conta 12 Províncias, assim situadas: na Áustria (e Alemanha), na República Tcheca, na Hungria, nos Estados da ex-Jugoslávia (Croácia, Bósnia, Kosovo, Albânia, Alemanha e Suíça), na Polônia (Itália, Bolívia e Ucrânia), na Eslováquia, na Inglaterra, três Províncias em USA e duas Províncias no Brasil (a do sul tem uma comunidade na Itália e duas no Equador). O Generalato encontra-se na Itália. Dele depende a missão da Uganda em 12 Províncias 1.228 Irmãs em 19 nações visível o Amor de Deus.
Viena, setembro de 2008.
Irmã M. Magna André, FDC
Província Austríaca da Congregação das Filhas do Amor Divino
Jacquingasse 12-14, 1030 Wien
http://www.lebenssinn.at/
______________
As inclusões entre parênteses são da tradutora: Irmã Maria Therezia Hetzel, FDC
Caminhando com MADRE FRANCISCA. Revista da Congregação FDC. Nº 87 – Outubro-novembro-dezembro-2008.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
1 de janeiro: aniversário natalício de Me. Francisca
Na circular enviada pela Madre Geral para toda a Congregação, há um trecho que vou copiar para vocês, pois é importante para um trabalho em prol da Beatificação/canonização de Madre Francisca Lechner. Talvez possa ser usado em celebrações, encontros, reflexões etc.O trecho segue abaixo:Serva de Deus Madre Francisca Lechner – No dia 01 de Janeiro de 2008, o pensamento e o coração de todas(os) as Filhas(os) do Amor Divino se voltarão para Edling, de modo particular à Igreja paroquial (Sagrada Família). Neste dia, há 175 anos, nascia a nossa Madre Fundadora. Neste mesmo dia ela foi batizada tornando-se um membro da nova família – a Igreja Católica. Podemos dizer que com o nascimento da Fundadora também “nasceu” o nosso carisma. Deus chamando à vida Madre Francisca lhe concedeu um dom extraordinário. Este, com grande esforço e após longas buscas, discernimento e superação de diversas dificuldades, começou a concretizá-lo na sua vida, no modo que Deus quis. Conhecemos a história da sua vida concernente ao período que precede a fundação da Congregação e aquele momento decisivo em que Francisca implora a Deus que Ele lhe mostre a sua vontade, o seu plano sobre ela. Conhecemos a sua oração: “melhor morrer do que omitir a vontade de Deus.” Francisca tinha clareza quanto à finalidade da Congregação por ela fundada: conduzir a Deus-Pai, que ama seus filhos e filhas, o maior número possível de pessoas, de modo particular as jovens, ajudando-lhes a render glória a Deus com a própria vidaOs habitantes de Edling, com a abertura do processo de beatificação e canonização de Madre Francisca, somente agora estão tomando consciência de que sua conterrânea Francisca Lechner é uma pessoa grande e digna de ser admirada. Por isso eles rezam intensamente na sua Igreja paroquial para que ela seja elevada, o mais breve possível, à glória dos altares. Para abril de 2008, está prevista a cerimônia na qual a escola estatal de Edling, será denominada Madre Francisca Lechner.Queridas Irmãs, da mesma forma também nós devemos aproveitar esta ocasião extraordinária para agradecer a Deus pela nossa Fundadora, pelo carisma que ela recebeu de Deus para fundar a nossa Congregação e a sua capacidade de colaborar com a graça divina. Devemos penetrar sempre mais profundamente no núcleo do carisma e ser atentas ao que Deus espera de nós, Filhas do Amor Divino “Hic et nunc” (na situação atual). Neste sentido pode ajudar-nos muito a leitura reflexiva do material do último Capítulo geral que teve como objetivo: Entusiasmar cada Filha(o) do Amor Divino a aprofundar a identidade e o sentido de pertença para tornar visível o nosso carisma em nível pessoal e comunitário.Caras Irmãs, a celebração dos 175º anos de Madre Francisca Lechner seja para nós, ao longo de todo o ano, uma ocasião extraordinária para tornar-nos sempre mais Filhas do Amor Divino. Aproveitemos todas as ocasiões para aprofundar o conhecimento do carisma, da espiritualidade e da biografia da nossa Fundadora, não apenas intelectualmente, mas, acima de tudo, para estreitar nossa intimidade com Jesus a qual ela nos encorajou e ensinou com a própria vida. Aproveitemos a ocasião, também, para propagar intensamente o culto a Serva de Deus Madre Francisca Lechner. Em primeiro lugar a sua vida e a sua obra devem ser conhecidas para que ela possa ser venerada pelas pessoas como merece. Nós, de modo semelhante aos habitantes de Edling, devemos ser “orgulhosas” pela nossa Fundadora e gratas a Deus pela chamada que nos fez de compartilhar o carisma que Deus lhe tem concedido. Em anexo à Circular, se encontra um texto que pode ser útil para diversos encontros das comunidades ou noutras ocasiões, Este, foi elaborado pela Irmã Magna André, apoiando-se nas expressões das Irmãs durante o seu Capítulo Provincial, em Viena, no último mês de agosto. Agradeço a Irmã Magna que tornou este texto acessível a toda a Congregação. ANEXO ELABORADO POR IRMÃ MAGNA ANDRE A PARTIR DA CONTRIBUIÇÃO DAS IRMÃSDURANTE O CAPÍTULO PROVINCIAL – VIENA , AUSTRIA AGOSTO DE 2007SERVA DE DEUS MADRE FRANCISCA LECHNERAgradecemos a Deus por ti.• Tu foste e és guia para nós e para muita gente.Todos: Deus nos conduza em seus caminhos.• Tu nutriste uma confiança ilimitada em Deus.• Tu seguiste fielmente o plano de Deus• Tu buscaste em cada situação incansavelmente a vontade de Deus.• Tu colocaste Deus como ponto central• Tu reconheceste e estimaste a Comunidade como valiosa diante de Deus.• Tu foste uma mulher de profunda oração.• Tu foste uma personalidade forte.• Tu é para nós modelo na direção das comunidades.• Tu elaboraste regras de vida que hoje ainda são atuais.• Tu criaste em nossa Congregação para milhares de Irmãs uma pátria que ultrapassa nações e tempos.Nós aprendemos de ti• A estabelecer e manter contatos com pessoas de todas as camadas sociais.Todos: O Espírito Santo nos ensine a fazer a vontade de Deus a teu exemplo.• A respeitar diferentes culturas e religiões.• A unir coragem e habilidade com ternura.• A não abandonar nunca a ninguém• Abertura para as múltiplas necessidades atuais em muitas nações• A reagir com força e coerência a processos negativos• A ter compreensão e alegre empenho pela Igreja.• A manter sábio relacionamento com o clero.• A uma incansável transmissão dos valores cristãos a todas as pessoas humanas.Nós amamos• Tua maternidadeTodos: Cristo forme o nosso coração a exemplo do teu. • Tua abnegação e simplicidade• Tua coragem• Tua capacidade de entusiasmar outras pessoas• Tua Constancia• Tua persistência incansável.• Tua flexibilidade• Teu bom humor• Teu altruísmo e tua singeleza• Teu modo paciente de enfrentar decepções e sofrimentos, também com tuas Irmãs.• Tua bondade apesar das experiências amargas• Teu calor humano para com as Irmãs e crianças• Tua solicitude • Teu amor abnegado Oração pela Beatificação/Canonização de Madre Francisca Lechner...........Província Austríaca da Congregação das Filhas do Amor DivinoCasa Mãe Jacquingasse 12-14
Juventude do Amor Divino
Clara Maria Araújo Dias de Oliveira *
Fazer o bem : É uma pessoa simples, sem bondade, sem besteira..É fazer algo de bom . Por isso é importante aproveitar as ocasiões, porque tem muitas pessoas que quer fazer o bem não tem como. Quando chega uma pessoa que está precisando e você não faz o bem você fica com aquela angústia e pensa:meu Deus aquela pessoa necessitava tanto e não ajudei. Às vezes você tem uma certa quantidade e ela não tem nem nadaReparta porque lá na frente Deus vai te abençoar e a você não vai faltar nada.Alegrar: alegrar para mim não é você está com aquele sorriso de uma ponta a outra e sim é aquela pessoa que tem alegria exterior e interior.Se você não se alimentar das alegrias e das coisas boas não adianta você está alegre por fora e por dentro você esta com uma grande mágoa.Torna feliz: A felicidade e quem :me dar prazer.A felicidade é quem me guia.Torna feliz é você não ter maldade ao próximo. Só assim não teria desgraça no mundo.A felicidade é quem me atrai para as coisas boas de Deus.Conduzir ao céu: Se você fez essas três coisas: Fazer o bem, Alegrar e Torna feliz quando você parti ao encontro de Deus você vai ser bem conduzido ao céu.“Por sobre as nuvensExistir um lindo céuMaravilhoso céuMorada dos anjosPor sobre as nuvensExistir um tronoCujo Rei está assentadoA direita de DEUS”Irmã Uila Maria De Lima
membros do JAD* Membro da Juventude do Amor Divino - JAD de Assu/RN
Fazer o bem : É uma pessoa simples, sem bondade, sem besteira..É fazer algo de bom . Por isso é importante aproveitar as ocasiões, porque tem muitas pessoas que quer fazer o bem não tem como. Quando chega uma pessoa que está precisando e você não faz o bem você fica com aquela angústia e pensa:meu Deus aquela pessoa necessitava tanto e não ajudei. Às vezes você tem uma certa quantidade e ela não tem nem nadaReparta porque lá na frente Deus vai te abençoar e a você não vai faltar nada.Alegrar: alegrar para mim não é você está com aquele sorriso de uma ponta a outra e sim é aquela pessoa que tem alegria exterior e interior.Se você não se alimentar das alegrias e das coisas boas não adianta você está alegre por fora e por dentro você esta com uma grande mágoa.Torna feliz: A felicidade e quem :me dar prazer.A felicidade é quem me guia.Torna feliz é você não ter maldade ao próximo. Só assim não teria desgraça no mundo.A felicidade é quem me atrai para as coisas boas de Deus.Conduzir ao céu: Se você fez essas três coisas: Fazer o bem, Alegrar e Torna feliz quando você parti ao encontro de Deus você vai ser bem conduzido ao céu.“Por sobre as nuvensExistir um lindo céuMaravilhoso céuMorada dos anjosPor sobre as nuvensExistir um tronoCujo Rei está assentadoA direita de DEUS”Irmã Uila Maria De Lima
membros do JAD* Membro da Juventude do Amor Divino - JAD de Assu/RN
Venha fazer parte do JAD
Aslan Bruno *É magnífico saber que o Amor de Deus está nos esperando e mesmo de longe nos abençoando. Somos jovens e como tal precisamos e queremos abraçar o projeto de Deus.Isso a Juventude do Amor Divino – JAD faz levando o imenso e incansável Amor Divino a todos através de projetos e ações que resgatem a dignidade juvenil.O mais interessante é saber que você é importante no grupo e que dentro dele todos temos uma função a exercer. Os encontros e as atividades paralelas são realizados de maneira em que todos participem e não se sintam excluídos.O Jovem do Amor Divino é convidado a mergulhar nas fontes do trinitário e ele sente-se especial diante de Deus Pai, Filho e Espírito Santo.Enfim nós somos uma família e assim seguimos os passos da Me. Francisca Lechener, e ao entrar no JAD e comungar do carisma trinitário você descobrirá que o seu coração por ser um manancial de Amor Divino.Jovens, o JAD quer lhe dar algo inesgotável e magnífico: o grande Amor de Deus.Venha recebê-lo!* Estudante Secundarista e membro do JAD de Nova Cruz/RN
Assinar:
Postagens (Atom)